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Prezados leitores, recebi diretamente da assessoria de imprensa da MED-EL essa notícia super legal de que foi lançada no Spotify a primeira playlist desenvolvida especialmente para usuários de implante coclear. E sim, ela foi desenvolvida para usuários de todas as marcas e não apenas MED-EL.

O Spotify para quem não sabe, é uma plataforma para computadores e dispositivos móveis que disponibiliza músicas online e de forma grátis, claro que existe algumas opções como ouvir músicas off-line que requerem pagamento mas online é de graça.

Pensando nessa maravilhosa ferramenta disponível, a MED-EL fez a combinação perfeita entre arte e ciência, a playlist foi criada com base em estudos e pesquisas chave sobre música e implante coclear.

A musicologista e pesquisadora, Johanna Pãtzold, precisou utilizar alguns critérios na montagem da playlist para identificar o que mais agradaria os pacientes:

  • As músicas precisavam ser populares pois os usuários de implante reconhecem mais facilmente as músicas que lhe são familiares ou que ouviram várias vezes.
  • Arranjos simples com ênfase no vocal.
  • Quantidade controlada de efeitos para não intimidar o ouvinte
  • Representar um grande e variado espectro de gêneros e décadas para promover maior variedade e para que seja agradável para todas as faixas etárias.
  • Músicas sem letras explícitas.
  • Músicas cujas letras estão disponíveis no Spotify para que o usuário possa acompanhar caso queira.

Então a partir de agora, todos os usuários de implante coclear estão convidados a seguir

a playlist MED-EL Music for Cochlear Implant, bem como compartilha-la com a galera. Para acessar, entre no Spotify, faça o login ou crie uma conta gratuita com seu e-mail e em Pesquisar digite medelcochlearimplants e pronto, basta clicar, seguir e começar a ouvir as músicas selecionadas com tanto carinho e especialmente para nós usuários de implante coclear.

Vale lembrar que por enquanto a playlist contém apenas músicas na língua inglesa mas possui uma grande variedade e mais de 100 músicas no repertório. Assim que soube da novidade, fui correndo ouvir e tirar alguns prints para mostrar para vocês. As músicas são extremamente agradáveis e são músicas que conheço e gêneros que me agradam bastante. Boa diversão pra vocês.

 

Beijos a todos.

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Uma das maiores dificuldades que uma pessoa com surdez tardia ou diagnosticada tardiamente, é de fazer com que as pessoas que estão ao seu redor não somente compreendam o que está acontecendo e acreditem nisso mas acredito que a maior dificuldade está em educa-las sobre a surdez.

É bastante comum que as pessoas que convivem com o deficiente auditivo, fiquem desacreditadas. Professores, colegas de trabalho, colegas de escola, família, todos aqueles que deveriam dar suporte, acabam interpretando as dificuldades de comunicação como desinteresse ou falta de atenção.

Sem o apoio daqueles que deveriam estar ao seu lado, se a deficiência auditiva ainda não tiver sido diagnosticada, é muito provável que o individuo irá adiar a sua ida ao médico e acreditará que todos ao seu redor estão certos. Há casos em que as pessoas procuraram médicos somente após a situação ter se tornado extremamente crítica. Se já diagnosticada, muitos passam a ter vergonha da deficiência auditiva e passam a evitar situações sociais.

Uma vez compreendida e aceita pela família e amigos próximos, começa a tarefa de ensina-los todas as necessidades do deficiente auditivo. Falar sempre de frente, não falar enquanto está em outro cômodo, mandar mensagem ao invés de ligar, pedir pra sentar na ponta de uma mesa pra conseguir acompanhar uma conversa lendo lábios. A lista é infindável e varia de acordo com o DA.

No ambiente acadêmico, vem a necessidade de educar professores e colegas sobre como lidar. Não falar enquanto está virado para o quadro, não deixar a sala completamente escura se for passar vídeos ou slides, não andar pela sala enquanto fala, reservar cadeira na frente para que o aluno DA se sente e consiga acompanhar. Pedir aos alunos para fazer silêncio para não atrapalhar aqueles que ouvem com próteses, ensina-los que atirar objetos para chamar atenção não é legal, em vez disso, toque no ombro e fale olhando diretamente.

No ambiente de trabalho tudo funciona mais ou menos da mesma forma como no ambiente acadêmico e familiar. Os colegas e superiores precisam entender que às vezes a pessoa não participa de uma discussão por não ouvir, precisam aprender que em uma reunião, é preciso estar sentado em um lugar da mesa onde se possa olhar para todos e que se a pessoa usa próteses, isso não significa automaticamente que ela consiga acompanhar tudo, especialmente conferências pelo telefone ou vídeo, havendo a necessidade de que alguém os atualize presencialmente.

No ambiente acadêmico e profissional, também há a necessidade de entender que talvez aquela pessoa use Língua de Sinais e precisa de um intérprete mas não apenas isso, se ela tem um intérprete, isso não significa que você deva falar com ele. Fale diretamente com o surdo, olhando para ele, o interprete irá traduzir tudo o que você falar e depois o contrário. Muitos usuários de Língua de Sinais, relatam que as pessoas se dirigem ao intérprete e não a elas, tornando a conversa não somente desconfortável e muito impessoal como passa a impressão de que a pessoa ouvinte não se importa com o DA

Em todos os meios, fazer com que as pessoas entendam que nem todo DA é igual. Existe aquele que é oralizado, aquele que usa Língua de Sinais, aquele que usa próteses. Temos ainda o surdo que não se identifica com a Língua de Sinais e não quer aprende-la, tem o que não se identifica com a oralização e não queira passar pelo processo. O DA que que usa próteses e que não usa, aquele que se dá bem com as próteses que usa e aquele não. Tem aquele surdo que usa prótese, ouve bem, fala bem e usa Língua de Sinais, tem aquele que usa, não ouve bem, fala e não usa Língua de Sinais mas lê lábios muito bem. A diversidade é infinita, porque até mesmo quando se acha que conheceu todos os tipos de DA, aparece um que é diferente.

Em todos esses meios, as pessoas também precisam entender que às vezes a pessoa não precisa de nenhum desses recursos e em todos os casos, seja do DA que precisa de recursos ou não, há a necessidade de que todos entendam que ter necessidades diferentes das de um ouvinte, não significa que devemos ter tratamento especial.

Algo que há muito venho tentado explicar para as pessoas é que não existe “necessidades especiais”, existe apenas necessidades. Uma necessidade não é mais ou menos importante. A necessidade de um intérprete não é menos importante do que a necessidade de um colega que precisa de um apoio de punho para usar o seu mouse pois tem tendinite, por exemplo.

Então entramos no âmbito mais complexo e difícil ao se educar alguém sobre a deficiência auditiva, que é a de fazer com que as pessoas deixem de ver o DA/surdo como especial e passem a vê-lo como um ser humano qualquer, um ser humano que poderia necessitar de apoio de punho ou para os pés mas ao invés disso precisa de um intérprete, precisa de ler lábios, precisa de uma prótese auditiva.

Tornar as pessoas conscientes de que todos temos necessidades e que o fato de uma necessidade ser conhecida por todos e outras não, não as torna mais ou menos especiais é talvez a mais difícil de todas as tarefas.

 

Beijos a todos

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Acessórios – Capa a prova d’água

 

Eu prometi anterior que falaria novamente sobre acessórios para IC e aparelhos auditivos e tem muita gente perguntando sobre as capas a prova d’água. Antes de mais nada, cada marca possui a sua capa, não existe uma capa que seja universal, portanto, você deve entrar em contato com a empresa responsável pelos acessórios da sua marca, para solicitar o seu.

Todas as informações abaixo foram retiradas dos sites de seus respectivos fabricantes.

 

MED-EL

A MED-EL possui as capas WaterWear para Rondo, Opus 2 e Sonnet. A capa é reutilizável e é auto adesiva. A do Rondo é obviamente diferente das usadas nos modelos BTE (atrás da orelha). Elas têm como objetivo, garantir o conforto do usuário, de forma que não sejam incomodas.

Vale lembrar que o Sonnet apesar de ser resistente a água, não é submergível, ou seja, se você tomar chuva, não vai precisar ficar preocupado com seus processadores mas praticar surf e mergulho por exemplo, sem a capa, fará com que você corra risco de danificar o processador.

Como as capas selam completamente os processadores, eles não funcionam com baterias descartáveis que são Zinc Air e precisam de circulação de ar para funcionar, se quiser usar descartáveis, precisará comprar as do tipo alcalina, do contrário, use as recarregáveis.

As capas ficam bem justinhas e não alteram em praticamente nada o tamanho do IC. Elas custam por volta de R$ 100,00 (esse foi o preço no lançamento, atualmente acho que subiu um pouco), ao meu ver, é um valor justo para se ter a oportunidade de ouvir enquanto está na piscina ou na praia.

O pacote vem com 3 capas e cada uma delas, se usadas corretamente, podem ser usadas até 3 vezes, durante até 16 horas cada vez.

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WaterWear para Rondo

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WaterWear para Sonnet e Opus 2

Cochlear

Assim como o Sonnet da MED-EL, o Nucleus 5 e o Nucleus 6, são processadores resistentes a água mas a empresa deixa claro que para submersão, o Kit Aqua+ é necessário. Além disso, vapor também pode ser um problema para os processadores, então se for em uma sauna, já sabe.

A capa também sela completamente o implante, portanto ou usa pilha descartável alcalina ou recarregável. O Kit Aqua+ contém uma capa e uma antena especial, um imã também especial e um clipe de segurança para que possa ser preso a roupa de banho.

O preço do kit é R$ 1100,00 pois ele também vem com antena própria mas para quem pratica muitas atividades aquáticas, acredito que o preço seja justo. A capa pode ser usada até 3 metros de profundidade e permanecer submersa por até 2 horas.

Caso você não disponibilize do valor para o kit Aqua+, existe uma capa, a Aqua, bem mais simples que é tipo zip-lock, custa apenas R$ 77,00 e é também reutilizável. O problema com a capa mais barata é mais a questão do conforto, mas funciona muito bem. O preço é bem mais em conta.

aqua

Capinha Aqua, estilo ZipLock

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Capa Aqua+

Advanced Bionics

A Advanced Bionics tem um processador que é 100% a prova d’agua e não necessita de nenhum tipo de capa, o Neptune. No entanto, o Neptune não é usado atrás da orelha. Ele é uma caixinha bem pequena que pode ser presa na roupa, uma faixa no braço ou até mesmo no elástico do cabelo.

Para o Naida, a empresa tem a AquaCase. Que é uma caixinha de acrílico, muito bem selada, que você coloca o processador dentro e é preciso comprar separadamente o AquaMic que é o microfone a prova d’agua. Eu não consegui achar os preços no Brasil mas nos EUA, sem impostos e taxas, custa aproximadamente R$ 1800,00.

Tanto o Neptune quanto o AquaCase podem ser usados sem preocupações até 3 metros de profundidade.

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Neptune da Advanced Bionics, 100% a prova d’Água

aquacase

AquaCase

 

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Pessoal, venho pedir para que todos que são deficientes auditivos ou parentes próximos de DA, respondam esse questionário por favor. Por questão de tempo para desenvolvimento e afins, as opções para meu TCC foram reduzidas e está entre duas opções, então preciso que vocês respondam as questões, pois depois que for apresentado, será lançado.

Questionário – Pesquisa de Campo – Tecnologias Assistivas

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1 – Quando alguém lhe faz um elogio…

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“O seu cabelo fica sexy puxado para trás” 

Mas você entende algo completamente diferente.

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“O que você disse? Meu cabelo parece obra de Satanás?”

2- Quando alguém não faz uma pergunta…

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“Oh, eu te amo tanto” 

Mas você responde de qualquer jeito.

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“Não faço ideia”

3- Quando um amigo conta um segredo muito importante…

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 Tipo, MUITO importante

E fica claro para todo mundo que você não tem ideia do que te falaram.

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*Boiando totalmente*

4 – Quando alguém está fazendo muito barulho…

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E para você soa como se fosse o peidinho de um bebê.

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5 – Quando uma ambulância passa, seus amigos ficam tipo…

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E você pensa que é puro exagero deles.

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6 – No intervalo, quando seus amigos estão rindo feito loucos…

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E você perdeu tudo…

DE NOVO…

wtf

“O que está acontecendo?”

7 – Quando você está falando com um amigo mas não responde a tudo que estão te dizendo…

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“Qual é o seu problema?”

Mas você está prestando atenção.

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8 – Quando você está no telefone com alguém muito irritado…

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Mas para você eles parecem estar normais.

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9 – Quando alguém está falando algo em qualquer direção…

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Que não seja diretamente na direção do seu canal auditivo.

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10 – Quando alguém te conta seus mais obscuros segredos…

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“Eu não posso mais culpar ninguém. É por minha culpa, tudo por minha culpa”

E você não faz nem ideia de que perdeu o fio da meada.

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11 – Quando alguém pergunta se você consegue ouvi-lo…

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“Tu me compreendes?”

E você é sincero.

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“Não consigo”

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concurso

As inscrições para o 2º Concurso Cultural “OS MELHORES SONS DA VIDA” já estão abertas no site da Audimax. Este concurso é realizado pela Audimax e Phonak e tem inscrições do dia 09 de Novembro a 09 de Dezembro. Envie a sua história, as cinco melhores histórias definidas pela comissão julgadora receberão os aparelhos auditivos. Saiba mais em http://www.audimax.com/melhores-sons-da-vida

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Pessoal, eu ando meio sumida por diversos motivos mas vim aqui falar de um assunto importante para as mamães, especialmente as de primeira viagem. Quando o bebê nasce, são realizados vários exames mas algumas vezes e por um motivo ou outro, os profissionais deixam de realiza-los (embora seja obrigatorio por lei)

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É importante que ao nascer, seja realizado o teste a orelhinha no bebê. A audição é um dos primeiros sentidos a serem desenvolvidos pelo ainda no utero, mesmo antes de nascer, o bebê consegue ouvir o mundo ao seu redor e é a partir dai que começa o desenvolvimento da linguagem.

O teste da orelhinha (Triagem auditiva neonatal – exame de emissões otoacusticas evocadas) é bem simples, rápido e não faz mal algum. É colocado um fone na orelha do bebê, esse fone está acoplado a um computador e emite sons de intensidade fraca e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz.

O exame logo ao nascer é imprenscindivel para todos os bebês mas em especial para aqueles que nascem com deficiência auditiva. É comprovado por estudos, que se o bebê tiver intervenção fonoaudiologica até os 6 meses de vida, ele desenvolverá linguagem muito próxima a de uma criança ouvinye.

A maioria das crianças tem o diagnóstico muito tardio, quando já estão com 3 ou 4 anos de idade e já causou certo prejuizo cognitivo, social e de linguagem. Por isso a importância de saber desde o nascimento, se a criança possui alguma deficiência auditiva.

O exame é rápido, feito enquanto o bebê está dormindo (sono normal, não induzido). A deficiência auditiva é a mais comumente encontrada durante o neonatal quando comparada com outras patologias.

É um teste muito importante para que seu bebê tenha desde o nascimento uma melhor qualidade de vida. Se for optado pel oralização, próteses auditivas ou LIBRAS, não interessa, o importante é saber para que o bebê de alguma forma desenvolva a linguagem e tenha bom desenvolvimento cognitivo e social.

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Beijos a todos

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Galera usuária de implantes cocleares da Med-EL, esse mês, dia 30/09 às 8:00 haverá o Open House da Med-EL no HC da USP de Ribeirão Preto. “Ah o que é esse Open House?” É um evento exclusivo para usuários Med-EL, com palestras, presença de fonoaudiólogas, dicas de como usar seu IC de forma correta, a oportunidade de experimentar algumas tecnologias (da outra vez que fui há alguns anos, experimentei o aparelho FM), técnico verificando se os aparelhos estão ok e realizando manutenção caso necessário (e se der pra fazer ali, claro). E tem coffee break também, como todo bom evento. NÃO PERCAM!!!!

Data: 30/09/2015

Horário: 8:00

Local: Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – Balcão 1| Sala 31 

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Minha gente, falta menos de 15 dias para o nosso I Encontro de Usuários de IC, AASI e Deficientes Auditivos de Ribeirão Preto. Será no dia 4 de Julho, das 14:00 hrs as 18:00 hrs no Ribeirão Shopping, em frente ao Yogen Fruz.
Para chegar é MUITO SIMPLES basta entrar pela entrada D (praça de alimentação) e pronto, é a primeira coisa que vai aparecer, o Yogen Fruz.
Esse nosso Encontro será mais informal, para nos conhecermos e trocarmos ideia, então cada um fica livre pra ir comer onde quiser, fazer compras e por ai vai.

Eu, Tainara Barbosa e Barbara Vassimon somos as responsáveis pela organização e ansiosas pela sua presença!!!! Mais informações na página do evento no facebook I Encontro de Usuários de Implante Coclear, AASI e Deficientes Auditivos de Ribeirão Preto
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Hoje o assunto do blog é um pouco diferente mas não foge tanto da temática e já já vocês entenderão o motivo.

Há algum tempo profissionais tem discutido o efeito da tecnologia na vida de nossas crianças, não somente isso mas também o fato de que embora auxilie em diversas áreas da vida dos pequenos, ele os afasta da vida familiar. Foi pensando nisso que a Educacross, empresa de Ribeirão Preto especializada em jogos educacionais, lançou o aplicativo Primeiro Herói. Ele visa não somente entreter crianças e ajuda-las com questões educativas mas também aproxima-la dos pais.

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De acordo com o desempenho a criança ganha 1, 2 ou 3 estrelas em casa fase.

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Números por extenso

 

O aplicativo é um jogo de várias etapas. Cada etapa tem 8 fases com desafios de lógica matemática. A cada etapa conquistada, o jogador ganha um acessório que irá auxiliar o seu herói. Os acessórios são diversos como capas, máscaras. Esses acessórios serão liberados pelos pais. Cada vez que a criança termina uma etapa, o pai ou a mãe recebe um e-mail que além do desempenho do seu Mini-Herói e liberação do novo acessório, irá sugerir atividades a serem realizadas no mundo real como por exemplo “Combine com seu mini-herói um sinal de cumprimento só de vocês” ou “Vamos contar uma história? Conte ao seu mini-herói a história do dia do nascimento dele”.

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Mini-heroína e seus super acessórios.

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Tela com o desempenho da criança

A empresa foi um pouco além e pensou também nos pequenos heróis que possuem deficiência motora.

“Substituímos o arrastar pelo clique-e-clique ou clique simples, apesar do aplicativo ser mobile, para facilitar o uso por pessoas com deficiência motora” disse Reginaldo Gotardo, sócio-fundador da empresa e um dos desenvolvedores do aplicativo.

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A criança terá contato com diversos métodos de contagem, inclusive uso de ábacos.

 

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Uso de casas decimais

 

Como bem sabem eu possuo além da deficiência auditiva, deficiência motora causada pela Síndrome de Brown Vialetto Van Laere e achei a ideia simplesmente ótima, pois é bastante dificil encontrar games que substituam essa função.

“Nosso foco são aplicativos educacionais para escolas e esse é nosso primeiro aplicativo para o público aberto e esperamos que dê certo pois temos várias ideias” declarou Gotardo.

 

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Divisão

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Noções de tamanho e grandeza

 

Para baixar o aplicativo e conhecer mais sobre sua proposta, clique aqui para ser redirecionado para a página do Primeiro Herói o aplicativo está disponivel apenas para Android, mas de acordo com Gotardo, haverá adaptação para iOS também.

E tem mais, recentemente a Fundação Lemann criou um projeto para desenvolver uma nova solução educacional com a ajuda de empreendedores brasileiros e a proposta é justamente o desenvolvimento de habilidade socio emocionais e o engajamento de pais na educação. O projeto teve dezenas de inscritos e entre eles, o Primeiro Herói, que agora está entre os 10 finalistas, o que prova o sucesso do aplicativo.
Para votar, basta clicar aqui,  cada estrelinha é um voto, e o projeto conta com todas as suas 5 estrelinhas para ganhar e alavancar de vez.

 

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Página para votação no projeto da Fundação Lemann

 

Além disso, a empresa visa futuramente ampliar a acessibilidade de seus jogos para usuários com outros tipos de deficiência, o que é raro hoje em dia, pois as empresas visam mais o lucro e a fama do que acessibilidade.

Outra informação que talvez seja relevante pros meus leitores é que eu sou aluna dos fundadores da EducaCross e pedi ao Gotardo para me orientar no TCC. Ele gostou muito das minhas ideias e depois que eu fiz uma pesquisa entre os Surdos Usuários de Língua Portuguesa, ele as achou ainda mais promissoras. Eu ainda não decidi qual dos projetos vou colocar em prática mas como podem ver, estou nas mãos de um bom orientador. Inclusive quero leva-lo ao encontro de Implantados e Usuários de AASI em Ribeirão Preto.

Eu não costumo falar de aplicativos por aqui mas fiquei feliz de verdade quando soube que era acessível para pessoas com deficiência motora e que a empresa tem planos de aplicativos acessíveis para outros tipos de deficiência, além disso, essa acessibilidade do aplicativo não foi mencionada por nenhuma outra página que falou dele.

Vamos ajudar a EducaCross a ganhar a votação da Fundação Lemann e colocar outros projetos em prática tornando o mundo mais acessível para nossas crianças? VOTEM!!!!!

 

 

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