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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 12 comentários

Galera, o igualmente diferentes voltou com mais um sorteio, dessa vez o leitor sorteado vai levar pra casa um super despertador vibratório, o Sonic Bomb

 

Vocês devem lembrar que postei no facebook um video sobre ele:

 

 

Pois é, ele pode ser seu, as regras são simples basta curtir a página do blog no facebook

https://www.facebook.com/equallydifferent

 

E compartilhar essa imagem

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=567486599933079&set=a.567486593266413.147494.567478479933891&type=1&theater

 

Ah não tem facebook? Responda a pergunta “Qual o blog que te dá um Sonic Bomb de Presente?” nos comentários e preencha os campos com seu nome e email e participe.

O sorteio será dia 10 de Janeiro de 2013.

 

Quem quiser comprar um despertador desses é só procurar por Vibrating Alarm Clock no site amazon.com

 

 

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 0 comentários

No final de 2010, um comitê formado pela ABORL (Robinson Koji Tsuji, Orozimbo Costa Filho, Rodolfo Penna Lima), SBFa (Doris Lewis) e a ABA(Maria Cecília Bevilaqua) elaboraram um documento conjunto solicitando a inclusão do implante coclear bilateral e redigiram uma diretriz de indicações do implante coclear que inclusive foi assinada pela sociedade brasileira de pediatria.

Esta atuação forçou a ANS a rever suas diretrizes, sendo publicada no dia 01 de agosto de 2011 o novo rol que retira o termo “unilateral”.

Foi uma importante vitória do comitê de próteses implantáveis da ABORL, que se iniciou na gestão do antigo presidente o Prof. Dr. Ricardo Bento e foi dado continuidade na atual gestão do Prof. Dr. Dolci.

Esta decisão beneficia todos os otorrinolaringologistas do Brasil, assegurando o direito a dar o melhor tratamento aos nossos pacientes.

Por outro lado, por se tratar de um procedimento de alto custo, nós otorrinolaringologistas temos que ter a responsabilidade de indicar adequadamente o implante coclear unilateral e bilateral.

 

 

O implante coclear passa agora a fazer parte do

s procedimentos cobertos pelos planos de saúde. O implante coclear, conhecido como “ouvido biônico”, é um equipamento eletrônico computadorizado que substitui totalmente o ouvido de pessoas com surdez total ou parcial.

A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi publicada nesta sexta-feira (29/07/211) no Diário Oficial da União. O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI). O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos

 

para estimular as fibras neurais em diferentes regiões.
O aparelho, considerado uma das maiores conquistas da engenharia ligada à medicina, existe há alguns anos e atualmente é usado por mais de 100 mil pessoas no mundo, segundo o Grupo de Implante Coclear do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Apesar de também poder ser feito em jo

vens e adultos, o implante indicado principalmente para crianças com perda auditiva nos dois ouvidos, já que se ficarem sem escutar por um longo período, estes pacientes também não desenvolverão a fala.

O ciclo da audição se completa quando o estímulo elétrico e os sinais codificados são transmitidos por radiofrequência para o receptor-transmissor. Este dispositivo, por meio dos eletrodos implantados no interior da cóclea (caracol), estimula as terminações das fibras do nervo auditivo, que por sua vez envia para o cérebro os impulsos nervosos.

Para o funcionamento do dispositivo interno deve ocorrer a ativação dos eletrodos, realizada cerca de um mês após a cirurgia. O dispositivo externo deve ficar acoplado a um microcomputador para que os eletrodos sejam mapeados e balanceados.

 

Você pode visitar o site da ANS e saber mais por lá, basta clicar na imagem

 

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 0 comentários

O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é a listagem mínima obrigatória de exames, consultas, cirurgias e demais procedimentos que os planos de saúde devem oferecer aos consumidores. O rol é destinado aos beneficiários de planos novos (contratados a partir de 1º de janeiro de 1999) ou adaptados à lei.  Deve-se observar também a segmentação contratada pelo consumidor (ambulatorial, hospitalar com e sem obstetrícia, odontológico e plano referência).

O Rol é atualizado a cada dois anos. Nas últimas revisões, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) contou com a participação de um Grupo Técnico (GT) composto por representantes da Câmara de Saúde Suplementar, que inclui órgãos de defesa do consumidor, representantes de operadoras e de conselhos profissionais, entre outros. Toda a sociedade também pode contribuir com a elaboração da listagem mínima obrigatória participando das consultas públicas sobre o tema. A última consulta foi durou 36 dias e recebeu contribuições de consumidores, operadoras, gestores, prestadores de serviços e sociedade em geral. Foram computadas 6.522 contribuições, sendo 70% diretamente de consumidores.

Cobertura assistencial

É o conjunto de atendimentos a que você tem direito, previsto na legislação de saúde suplementar e no contrato que você assinou na compra do plano de saúde.
Ao contratar o plano de saúde, você deve observar as segmentações (ambulatorial, hospitalar com e sem obstetrícia, odontológico e plano referência), o tipo de acomodação (apartamento ou enfermaria) e a área geográfica de cobertura de seu contrato (municipal, grupo de municípios, estadual, grupo de estados ou nacional).

Como posso saber quais são as coberturas do meu plano de saúde?

Planos novos

Se seu plano for “novo”, ou seja, contratado a partir de 01/01/1999, a cobertura mínima será a estabelecida pela ANS na lista da cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde, chamada Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, além do que o plano oferecer a mais em seu contrato.

Planos adaptados

Se o seu plano for “adaptado”, ou seja, anterior a essa data e adaptado à Lei, você terá a mesma cobertura dos planos “novos”.

Planos antigos

Se no seu caso o plano tiver sido contratado antes de 01/01/1999 e não tiver sido adaptado à Lei, a cobertura será a que estiver determinada em seu contrato. A qualquer momento, porém, você pode adaptar ou migrar seu plano e passar a ter a cobertura dos planos “novos”.

Atenção: Nos contratos antigos – assinados antes de 01/01/1999, algumas cláusulas são consideradas abusivas e por isso o Poder Judiciário as considera nulas. Se tiver dúvidas, consulte o Ministério Público ou os órgãos de defesa do consumidor.

O seu plano de saúde não é obrigado a cobrir todos os atendimentos de que você precisar. O plano só é obrigado a oferecer o que estiver no contrato, de acordo com a segmentação (referência, ambulatorial, hospitalar, obstetrícia, odontológica e suas combinações) e a cobertura para os procedimentos previstos na lista da cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde estipulada pela ANS, chamada Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.  Se o seu contrato tiver cláusula de cobertura para algum procedimento que não esteja nessa lista, o plano é obrigado a cobri-lo também.

Se não houver serviço disponível quando você precisar

Cobertura de internação

Se o plano só cobrir acomodação em enfermaria e não houver leito disponível nela no momento da internação, você não precisará pagar se a internação for em quarto particular. Nesse caso, o acesso será garantindo em uma acomodação de nível superior, sem custo adicional. Esta regra se aplica aos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano

Descredenciamento de médicos, hospitais, clínicas e laboratórios

Se o profissional de saúde de sua confiança ou o laboratório onde sempre faz exames forem descredenciados e não atenderem mais pelo seu plano de saúde, não há problema, desde que o plano de saúde mantenha garantido o atendimento a seus beneficiários em outros profissionais médicos, hospitais, clínicas e laboratórios. Além disso, qualquer mudança desse tipo deve ser informada ao consumidor. Em caso de mudanças que reduzam o número de hospitais disponibilizados por um plano, a alteração precisa ser previamente autorizada pela ANS.

Marcação de consultas e exames

Se você contratou um plano de saúde, mas quando precisa só há vaga em médicos e laboratórios muito distantes da sua casa, é preciso verificar o seguinte:

  • O plano de saúde deve garantir as coberturas de assistência à saúde considerando o(s) município(s) e o(s) estado(s) contratado(s).
  • A rede assistencial (hospitais, clínicas, profissionais médicos e laboratórios) de cada plano de saúde é monitorada pela ANS.
  • Se as coberturas não estão sendo garantidas nos locais contratados, isso deve ser comunicado à Agência.

Limites

Não há limites para cobertura para consultas médicas e fisioterápicas, exames e número de dias em internações, mesmo em leitos de alta tecnologia (UTI/CTI). As exceções são somente para sessões de psicoterapia, terapia ocupacional, consultas com nutricionistas e fonoaudiólogos, que podem ser limitadas ao mínimo estabelecido pela ANS.

Também não podem ser limitadas as quantidades de dias para internações hospitalares e em UTI, pois a lei n.º 9.656/98 garante aos beneficiários de planos de saúde a internação sem limite de prazo. Cabe ao seu médico determinar o tempo necessário de internação.

Atenção: Alguns contratos têm previsão de coparticipação (pagamento de uma parte da internação pelo beneficiário) depois de passados 30 dias de internação psiquiátrica em um ano. Isso objetiva evitar internações desnecessárias ou por tempo exagerado de pacientes que possam fazer um bom acompanhamento ambulatorial, de acordo com a Reforma Psiquiátrica no Brasil.

Reembolso

A cobertura e o reembolso de anestesista e intrumentador/auxiliar em cirurgia dependem do contrato do seu plano de saúde. Se o plano de saúde for “antigo”, ou seja, contratado antes de 01/01/1999 e der direito a reembolso ou se não especificar a rede credenciada onde você pode realizar a cirurgia, a operadora de planos de saúde será obrigada a dar reembolso integral ou limitado a uma tabela, conforme constar no contrato. Se o plano de saúde for “novo”, ou seja, contratado a partir de 01/01/1999 e o contrato der direito a reembolso, o mesmo deverá ser integral. Se o seu contrato não tiver essa cláusula, a operadora de planos de saúde deverá garantir todas as coberturas contratadas, inclusive honorários de anestesista, auxiliares e instrumentador, na rede credenciada especificada no contrato. Caso isso não seja feito, a empresa que vendeu o plano estará descumprindo a legislação por não garantir a cobertura contratada e você poderá comunicar à ANS.

Cobertura de acompanhante

Se ficar internado, você terá direito à cobertura de despesas de diária de um acompanhante no local da internação se for menor de 18 anos ou com idade igual ou superior a 60 anos. Portadores de necessidades especiais também têm esse direito, se o médico assistente recomendar. São exceções os casos de CTI – nesse ambiente, não é possível contar com acompanhante. Nos demais casos, verifique atentamente o que está no contrato.

Hospitais, laboratórios e médicos

Você deve notar dois pontos principais sobre a rede de hospitais, laboratórios e médicos conveniados ao seu plano.

O primeiro ponto é que nem todos os planos têm direito à internação hospitalar. Os planos que dão direito à internação hospitalar são os de tipo hospitalar com obstetrícia, hospitalar sem obstetrícia ou plano referência. Veja no seu contrato qual é o tipo do seu plano.

O segundo ponto é a rede credenciada que seu plano cobre. Avalie bem na hora de contratar o plano de saúde quais são os hospitais, laboratórios e médicos a que você terá direito pelo seu plano. Especificamente sobre os hospitais, fique atento: sua operadora de plano de saúde só poderá descredenciá-los em caráter excepcional. Nesses casos, é obrigatório substituir o hospital descredenciado do plano por outro equivalente e comunicar essa mudança ao consumidor e à ANS com 30 dias de antecedência, exceto nos casos de fraude ou infração sanitária ou fiscal por parte do hospital retirado do convênio. Caso a operadora opte por descredenciar um hospital sem substituí-lo por outro equivalente, só poderá efetivar e comunicar a redução da rede hospitalar aos beneficiários após autorização da ANS.

 

Cobertura a órteses e próteses

Em contratos não regulamentados pela Lei nº 9.656, de 1998, é frequente haver exclusão de cobertura a órteses e próteses.

Órtese é todo dispositivo permanente ou transitório, utilizado para auxiliar as funções de um membro, órgão ou tecido, evitando deformidades ou sua progressão e/ou compensando insuficiências funcionais.

Prótese é todo dispositivo permanente ou transitório que substitui total ou parcialmente um membro, órgão ou tecido.

A Câmara Técnica de Implantes da Associação Médica Brasileira, da qual a ANS participa, realizou o trabalho de classificação destes materiais.

Nos planos regulamentados pela Lei nº 9.656, de 1998 é obrigatória a cobertura às próteses, órteses e seus acessórios que necessitam de cirurgia para serem colocados ou retirados (materiais implantáveis). No entanto, em seu artigo 10, a mesma Lei permite a exclusão de cobertura ao fornecimento de órteses e próteses não ligadas ao ato cirúrgico (ou não implantáveis), tais como óculos, coletes ortopédicos, próteses de substituição de membros.

 

Para quem quiser a lista de órteses e próteses IMPLANTÁVEIS cobertas pelos convênios clique aqui

Para quem quiser a lista de órteses e próteses NÃO implantáveis cobertas pelos convênios clique aqui

Fonte: http://www.ans.gov.br

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 4 comentários

Pontos cairam

Pontos cairam e hematoma foi embora

Fotos só pra atualizar todo mundo, só falta a tontura sumir de vez =D

Beijos a todos 🙂

Ps: Eis que dou de cara com isso num comentario do meu blog no post anterior a esse.

Olá. bom dia! tudo bem?
eu não gosto de audição…
vc não poder HC.. ele é medico errado..
O que há de errado com essas pessoas que não respeitam vontades e escolhar???

 

 

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 6 comentários

Pessoal,

Hoje faz 11 dias que operei e fiz o segundo IC, ainda estou com tonturas e ainda não posso dormir virada pro lado operado (coisa que fiz sem querer umas 3 vezes já). Mas tirando isso, tudo dessa vez foi imensamente diferente e eu não me senti tão mal quanto da primeira vez.
Alias da primeira vez sobrevivi à base de analgésico de tanto que doía e depois fiquei dois meses com tontura. Dessa vez foi só hematoma e tontura, que alias está passando.

“Ai menina você tem coragem viu?” Gente não é coragem é vontade de ouvir, não é novidade pra todo mundo que eu tenho alma ouvinte, respeito todos meus amigos surdos, mas eu gosto de ouvir, nasci ouvinte e me sinto assim, fim de discussão.

“Ah, mas IC não é a cura pra surdez, não sei se uma cirurgia dessa compensa dos dois lados.” Não é a cura, nunca disse que era, é apenas um aparato que me ajuda a ouvir, mas se compensa ou não, quem decide sou eu e eu acho que compensa.

Por fim, fiquem com as fotos da minha saga até a presente data. A minha ativação será dia 17/12, não estou ansiosa, mas ainda falta um bom tempo até lá não é mesmo?

 

 

 

Usando o IC antigo por cima do turbante

Usando o IC antigo por cima do turbante

 

Quando acaba a cirurgia, fica um pouco de sangue dentro do ouvido, o médico foi retirar o turbante pra ver como tudo estava e assim que tirou a compressão, o sangue escorreu, depois ele colocou uma nova e quando tirou no dia seguinte, não houve problemas.

Agoira são DOIS…

 

Ainda no hospital, pontos assim qu ele retirou o segundo curativo e assinou minha alta.

Foto tirada hoje (veja data do post) corte cicatrizando bem, o problema foi esse hematoma horrendo atras que deixou um calombinho roxo ai, mas de resto, tudo bem!!!

Beijos a todos 🙂

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 2 comentários

Como muitos sabem, eu dei entrada para o IC bilateral, o convênio liberou e bom, agora estou esperando. Acredito que até o fim do mês eu estarei Bi-implantada, pois o médico disse que está tentando agendar para o dia 23/10, pois a fono responsável precisa estar disponível e o convênio precisa liberar os papéis pro pagamento do aparelho.

Sabe o que me deixa mais ansiosa e animada agora? O fato d que hoje foi a primeira vez que consegui falar com uma completa estranha no telefone e compreender tudo que ela disse. Não que tenha sido uma conversa complexa, era apenas a secretaria da minha psicologa, avisando que o meu horario havia passado para amanhã às 15: 00.

Mas enfim, essas são coisas simples e bobar, mas que me fazem imensamente feliz, enchem meu coração de alegria e alimenta minha alma. Coisas que apenas o IC pode proporcionar, tecnologia é ou não é uma maravilha???

Beijos a todos 🙂

Ps: O meu lindo, Guilherme Goldstein Chazan foi hoje fazer o seu IC bilateral, e eu estou enviando muitas energias positivas pois eu tenho certeza que vai dar tudo certo e que o segundo IC dele será um sucesso tão grande quanto o primeiro.

 

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 1 comentário

 

Gente eu estava no blog da Cinara e vi ela falando sobre esse assunto e isso me deu um estalo pra fazer um novo post. E sim eu sumi, mas eu ando sem tempo e bom, por mais que eu ame mantê-los informados, eu não respiro net 24/7.

Enfim, para um surdo o que é melhor? Um Apple ou um Samsung? Vejam bem. Antes de criticar, vocês precisam saber que eu tenho um iPhone 4 e um Galaxy Y, mas já usei e testei Galaxy SII e o SIII.

Pois então…tecnicamente falando o Samsung ganha do iPhone por ter flash player, uma câmera com resolução melhor, o som dele (pra ouvir musica sem fone) é bem mais alto, mas o iPhone ganha em velocidade de processamento, raramente dá pau ou trava um aplicativo e todos os Android que tive (foram 3) precisei dar restore umas 3 vezes, ao contrario do iPhone que nunca precisei.

O Android também tem melhor sistema de reconhecimento e transcrição de fala, coisa que o famoso Siri do iPhone peca horrores em fazer. O Android em si, tem a vantagem de haver inúmeros modelos, marcas, celulares de todos os jeitos para você poder usar, mas Apple, é iPhone ou iPhone.

Para quem acessa muito a internet do celular, o iPhone também é mais veloz e conta com um ótimo navegador que é o Safari. Já o Android é mais lerdo, o facebook tem um design relativamente diferente e o navegador deixa a desejar.

Bom, agora vamos para a parte que interessa. Mandar mensagens de texto do iPhone é bem mais confortável, pois no Android as telas ou são pequenas demais e ruim de digitar ou são muito grandes e é impossível usar apenas uma mão. A possibilidade de você errar letras é bem maior usando um Android. Fora que pra mudar de tela e ir pra símbolos e números você precisa clicar em um ícone e depois em outro…coisa que no iPhone é só clicar uma vez pra mudar e acabou.

“Ah Diéfani, mas eu tenho perda leve/moderada/ouço bem com AASI ou Implante e falo no telefone, como faz?” Pois então amiguinhos, o iPhone nesse quesito ganha em disparada. Os celulares com Android, em especial os Samsung que são os mais famosos, tem um áudio bem mais alto, porém DÓI o seu tímpano conversar nele, porque quando a pessoa fala algo num tom mais agudo, ele quase estoura. E se abaixar o volume ai não se ouve mais nada.

Sem contar que Android sofre muita interferência, quer fazer um teste? Pegue um celular qualquer e coloque perto da caixinha de som do PC (tem que ser desktop porque notebook não dá) e você vai notar que a caixinhas fica fazendo ruídos.

Já o iPhone, na hora de conversar é extremamente mais agradável, não incomoda nem um pouco e a interferência é ZERO, ou seja, além de ser bom e compensar pra gente, o preço que paga é JUSTO. Se você fizer o mesmo teste com as caixinhas de som, vai notar que com o iPhone elas não fazem ruído algum.

Bom, além de tudo isso, o iPhone conta com acessibilidades, você pode aumentr o tamanho das letras e ícones que aparecem na tela e o mais importante, usa-lo no modo “Compatibilidade com Aparelho Auditivo” que melhora muito a qualidade do som e não causa interferência nos AASI. Sem contar o famoso facetime, que eu não uso, mas que é uma mão na roda, surdos oralizados podem ler lábios e os sinalizados conversarem sem problemas.

“Tia, mas então, quem ganha?” Queridos, na minha opinião, por mais que e ame os Samsung Galaxy SII e SIII por exemplo, ainda assim, acho que iPhone ganha de 10 a 8, sim 10 a 8 porque como eu disse o Android ainda tem suas vantagens em cima do iPhone. Então eu, apesar de ser usuária dos dois, não desgrudo e não largo o meu iPhone por nadinha nesse mundo e se pifar, vou lá e compro um novo. Não vivo mais sem.

 

Beijo a todos 🙂

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 3 comentários

Eu estava no Facebook, quando vi no perfil de uma amiga, a Karla Lima, uma placa de assentos especiais no aeroporto de Paris com a seguinte pergunta: O que quer dizer o simbolo no canto inferior à esquerda?

A placa em questão era essa

 

Bom, como eu tenho amigos com deficiências variadas e muitos deles adoram viajar, fui perguntar no meu perfil se alguém sabia, surgiram várias especulações até eu encontrar o significado correto no Desculpe Não Ouvi, da Lak Lobato. E foi a Sô Ramirez do SULP quem encontrou a informação na época e repassou, mais tarde a Lak fez um post sobre o simbolo e como post dela foi feito em 2011, eu vou repassar a informação encontrada no DNO, para cá.

 

“Symbole d’accueil, accompagnement et accessibilité :
Símbolo de recepção, acompanhamento e acessibilidade:

Ils sont utilisés pour indiquer les lieux ne présentant pas d’obstacles, où les personnes en fauteuil roulant peuvent se déplacer sans avoir besoin d’assistance, les services et aménagements destinés aux personnes déficientes auditives, aux personnes handicapées visuelles.
São usados para indicar que o local não têm obstáculos, em que as pessoas de cadeiras de rodas podem se mover sem necessidade de ajuda, os serviços e facilidades para pessoas deficientes auditivas, visuais.”

Mas, na verdade, essa explicação se referia à junção dos 4 símbolos, tal como na foto que coloquei, que são usados sempre nesse conjunto.

Quem forneceu a resposta completa sobre o significado do tal desenho foi Giseli Ramos, autora do blog CyberGi, que também é usuária do Implante Coclear:

“O símbolo representa acessibilidade às pessoas com deficiência mental. Significa apoio, acolhimento e local acessivel às pessoas com essa deficiência, através de gestos como usar frases simples e dar tempo para que eles posssam responder e entender, de forma que possam usufruir os mesmos serviços que todo mundo.”

Quem quiser ler a explicação completa em francês (ou simplesmente copiar o link e jogar no google translate): http://www.brivemag.fr/?p=7027

 

O para o link completo e original do post é só clicar aqui  e os créditos como eu disse, são da Lak Lobato, só quis dar uma atualizada, porque nem ela e nem a Sô lembravam mais rs.

 

Beijos a todos 🙂

 

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 2 comentários

PessoaCom Deficiência Auditiva/Surdo: Se quiser interagir com um surdo ou pessoa com deficiência auditiva, chame a atenção dele, sinalizando com a mão ou tocando no seu braço. Enquanto estiverem conversando, fique de frente para a pessoa e cuide para que ela possa ler seus lábios. Se você olhar para outro lado, ela pode pensar que a conversa terminou. Não grite, sua expressão parecerá agressiva. A pessoa com deficiência auditiva/surda não pode ouvir as mudanças de tom da sua voz, que indicam, por exemplo; seriedade e indignação. É preciso que você mostre isso para ele pela sua expressão facial, pelos seus gestos. Se ele estiver acompanhado por um intérprete de língua dos sinais, fale olhando para ele, não para o intérprete.

Pessoas Com Deficiência Física: Seja natural, não tenha receio de usar palavras como “caminhar” ou “correr”. As pessoas com deficiência física também as usam. Quando você estiver conversando com uma pessoa que usa cadeira de rodas, procure se sentar de modo a ficar no mesmo nível do olhar dela. Para uma pessoa sentada, não é confortável ficar olhando pra cima durante um período muito longo de tempo. Quando você e uma pessoa com deficiência física combinarem de sair juntas, preste atenção para eventuais barreiras arquitetônicas no lugar aonde escolheram ir, seja um restaurante, uma casa, um teatro ou qualquer outro lugar. Se você estiver caminhando com uma pessoa que usa muletas, acompanhe o ritmo de sua marcha. É importante adicionar que não se deve sair empurrando a cadeira de rodas de alguém. Eles se sentem invadidos e muitas vezes com medo da pessoa deixa-los cair, se o cadeirante precisar de ajuda, ele irá pedir.

Pessoas Com Deficiência Visual: Nunca exclua uma pessoa com deficiência visual de participar plenamente de algo. Deixe que ela decida o que pode ou não fazer. Para orientar uma pessoa com deficiência visual a atravessar ruas, localizar endereços, subir e descer escadas ou se deslocar em qualquer ambiente, use sempre noções de “direita e esquerda”, “acima e abaixo”, “para frente e atrás”. Quando for sair de perto, avise a pessoa. É muito desagradável para qualquer um ficar falando sozinho. Não evite palavras como “cego”, “olhar” ou “ver”, a pessoa com deficiência visual também as usa. Para indicar uma cadeira, coloque a mão da pessoa com deficiência visual no encosto da cadeira e informe se ela tem braços ou não. Pessoas com deficiência visuail também se sentem invadidos se alguém chega lhes ajudando sem avisar, pergunte sempre ” quer ajuda?” Se ele realmente precisar vai lhe pedir, do contrário é melhor deixa-lo fazer sozinho.

Pessoas Com Deficiência Intelectual: Geralmente a pessoa com deficiência intelectual é bem disposta, carinhosa e gosta de se comunicar. Seja natural, enquanto for criança trate-a como criança. Quando for adolescente ou adulto, trate-a como tal. Cumprimente a pessoa com deficiência intelectual de maneira respeitosa, não se esquecendo de fazer o mesmo ao se despedir. Dê-lhe atenção. Qualquer pessoa gosta de ouvir frases como: “que bom que você veio”, “gostamos quando você vem nos visitar”. Evite a super proteção, ajude-a somente quando for realmente necessário.

 

Espero que tenham curtido o post, foi retirado do meu blog antigo, mas como muitos nunca nem entraram nele, estou repassando pra esse.

Beijos a todos 🙂

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Publicado por Diéfani Favareto Piovezan | 0 comentários

 

Bom hoje eu vou falar de algo que gera brigas por ai, que é o isolamento de certos grupos de pessoas. Nesse caso irei me abster ao isolamento de surdos usuários de LIBRAS. Muitos surdos sinalizados se isolam criando o que eles mesmos chamam de “Cultura Surda”. Esses grupos são considerados radicais e não aceitam em seu meio surdos oralizados, implantados ou com aparelhos auditivos e é claro que muito menos ouvintes.

Esses grupos, chegam a fazer exigências mil ao governo, algumas extremamente esdrúxulas que chegam a me irritar. Querem que LIBRAS seja obrigatória para todos os surdos em fase de alfabetização – isso tiraria o direito de escolha dos pais e da criança – querem concursos publico e vestibulares 100% em LIBRAS e – pasme – chegaram a pedir pra que para surdos a LIBRAS substituisse até mesmo a forma escrita da Lingua Portuguesa. Esse pedido foi negado, pois o idioma oficia, do país é esse, mas agora me respondam, isso é, ou não  coisa de gente preguiçosa e xiita? Poxa, se você nasceu, cresceu e vive em um país, porque diabos você não vai aprender e ser fluente na forma escrita do idioma oficial? LIBRAS pode ter sido elevada ao patamar de Língua e perdido o status de linguagem, mas ainda assim, precisa de um idioma base pra sua  comunicação, e isso serve pra Lingua de Sinais de qualquer país.

Se você usa unica e exclusivamente LIBRAS, só poderá se comunicar com quem o sabe e isso te isola, te limita, te atrapalha. Eu respeito a liberdade de escolha dos pais e das crianças. Porque honestamente? Todo surdo de um jeito ou de outro tem que se relacionar com ouvintes e para crianças é complicado. Ser diferente é sempre um problema. A criança gordinha é zoada, a magricela tambem, a de óculos tem apelido de “4 olhos”, a menina que sobe em arvore é chamada de “macheira” e o menino que brinca de casinha é “boiola”, essas crianças crescem traumatizadas e se sentindo peixes fora d’água, porque outras crianças conseguem ser bem crueis quando querem.

E a criança surda? Ela também corre o risco de ser zoada, seja na escola inclusiva, por vizinhos, por outras crianças em qualquer local publico como um banco ou loja quando estiver com os pais. Se ela usa Língua de Sinais, com certeza vai ser alvo de olhares e comentários extras, se usar aparelhos, provavelmente também o será, mas cabe à familia e à criança, escolherem o que é mais confortavel.

Meus pais nunca me impuseram nem em qual escola eu deveria ir, me colocaram em uma particular, não gostei, deu o fim do ano fui pra outra, mudei mais de escola do que filhos de ciganos, mas nunca me impuseram ficar em um lugar onde eu não me sentia confortavel e respeitada (e digo isso porque sempre fui molecona e me zoavam por isso)

Bom, quando perguntados o motivo para a segregação em guetos, os integrantes desses grupos afirmam se isolarem porque preferem conviver com aqueles que como eles se aceitam e não tentam fugir do que são ou fingir algo que não são. Fico com uma dúvida constante dentro da minha cabeça que é “Se essas pessoas lutam tanto  por seus direitos para serem vistos como iguais e conhecem como  ninguém o preconceito porque fazem isso?”.

Do ponto de vista psicológico esses grupos se isolam não porque se aceitam, mas bem pelo contrário. Eles se isolam em comunidades criando uma “Cultura Surda” onde as pessoas têm os mesmos medos e não ficarão questionando os seus medos e escolhas. Todos defendem ferrenhamente que aquilo é bom e verdade absoluta pra todos os surdos do planeta. Chegam a fazer afirmações absurdas como “estão querendo impor implante coclear às criançs e acabar com LIBRAS” ou “surdos oralizados são suicidas em potencial.”

Certa vez comentei sobre esse assunto com pessoas formadas em psicologia e elas me disseram a mesma coisa “Pessoas que se isolam do mundo lá fora não se aceitam como são e usam isso como mecanismo de defesa, porque se conviverem com seus semelhantes darão a impressão de que realmente aceitam quem são e assim se veem livres da pressão e questionamento do mundo afora”.

Quanto aos surdos sinalizados não posso dizer por mim, mas na época um dos bacharéis em psicologia com quem conversei me mostrou uma revista sobre estudos psicológicos e tinha uma artigo que falava exatamente sobre esse assunto. O artigo dizia que havia sido feito um estudo com surdos sinalizados em várias escolas especiais nos Estados Unidos. Com o passar do tempo e conforme os alunos iam ganhando confiança nos terapeutas a maioria deles disseram que eles teem muita vontade de se oralizarem, aprenderem leitura labial, implantarem ou usarem aparelhos auditivos mas, que não o fazem porque sabem que isso não vai torna-los ouvintes ou menos surdos, e que eles tem medo de se tornarem aberrações entre os amigos sinalizados e aberrações no mundo dos ouvintes, passando a serem odiados por ambos.

Existe um mundo lá fora independente do isolamento ou não, e que cedo ou tarde eles terão que viver nesse mundo e precisarão aprender a lidar com os problemas que vierem. Muitas pessoas os questionarão mas, muitos os apoiarão. Surdos sinalizados devem entender que ouvintes, implantados ou oralizados não são diferente deles e os tem como semelhantes não como pessoas diferentes por usarem sinais. O unico problema e algo que se torna irritante é o levantamento da bandeira do orgulho surdo e tentativa de segregação em massa e IMPOSTA, quando brigamos, não é porque somos contra LIBRAS, somos a favor, 100% a favor, só que ela deve ser escolhida e não imposta e o mesmo vale pra oralização e implante coclear, devem ser escolhidos. Não sou contra nenhum método de comunicação, sou contra a segregação.

 

Beijos a todos 🙂

 

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