1 de março de 2013

Helen Keller

Deficiência Auditiva Deficiencia Visual Filmes LIBRAS Oralização Terapia de Fala Variadas
Por Diéfani Favareto Piovezan

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Helen Adams Keller (Tuscumbia27 de junho de 1880 —Westport1 de junho de 1968) foi uma escritora, conferencista e ativista social estadunidense. Tornou-se uma célebre escritora, filosofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas com deficiência.

Biografia

Filha do capitão Arthur H. Keller e de Kate Adams Keller, que eram de famílias respeitadas e tradicionais na região.Nascida no Alabama, foi dos maiores exemplos de que as deficiências sensoriais não são obstáculos para se obter sucesso. Helen Keller foi uma extraordinária mulher, triplamente deficiente, que ficou cega e surda e consequentemente muda desde tenra idade, devido a uma doença diagnosticada na época como febre cerebral (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Através do contato que teve com Martha Washington a filha de seis anos da cozinheira, ela desenvolveu uma linguagem de sinais própria, qual a qual se comunicava com a família. Helen dizia que Martha fazia tudo que ela pedisse e raramente dizia não, e que isso era extremamente prazeroso para ela que tinha gênio forte.

Os pais de Helen após ouvirem falar do sucesso na educação de Laura Bridgman (cega e surda), a levaram até o Dr. J. Julian Chisolm,  especialista em olhos, nariz, ouvidos e garganta e nada podendo fazer, o médico lhes encaminhou para Alexander Graham Bell que na época trabalhava com crianças surdas. Bell aconselhou que eles entrassem em contato com o Instituto Perkins Para Cegos, que era a mesma escola aonde Bridgman foi educada. Michael Anaganos, diretor do instituto, pediu a uma antiga estudante, Anne Sullivan que contava com então 20 anos e era deficiente visual (ainda enxergava um pouco) para que fosse tutora de Helen Keller. Era então o começo de uma relação que durou 49 anos. Continue Lendo

6 de novembro de 2011

Respeito a Liberdade de Escolha – By Lak Lobato

Acessibilidade Implante Coclear Língua Portuguesa Oralização Variadas
Por Diéfani Favareto Piovezan

O texto a seguir foi originalmente postado no Desculpe Não Ouvi (clica ai no l ink pra ser redirecionado). É um assunto que vem sendo discutido há dias em um grupo do facebook. Que eu particularmente cansei de postar, só fico lá lendo. Segue o texto.

Aqui, querendo debater…

Pessoalmente, eu não tenho nada contra o povo surdo se vender como cultura, porque existe cultura skatista, cultura emo, cultura geek (não sei se no sentido antropológico do termo, mas no sentido popular do emprego ao termo CULTURA), mas enfim… E, alias, se também quiserem se comparar aos índios, negros, aborígenes ou qualquer outro povo do universo,  tranquilo.

Levando em conta que o Brasil tem 270 línguas (li alguém alegar isso, mas não confirmo, porque não estou nem um pouco afim de vagar em busca de evidências sobre o tema), embora só tenha UM idioma oficial, o português (inclusive é um dos pontos fortes do Brasil, visto sobre o ponto de vista empresarial) que faz as empresas multinacionais se animarem de vir pra cá, uma vez que apenas um idioma terá que ser ensinado aos funcionários e apenas um idioma é escrito na maioria dos produtos (salvo aqueles que seguem a regra do Mercosul e incluem o espanhol). Se os nativos das outras 269 linguas não tem direito a privilegiá-la ao português, pode até ser visto como algo meio desrespeitoso os surdos terem, mas ainda assim, tô nem ai. De repente, não batalharam pra ter a emancipação do seu idioma e, quem sabe futuramente, sigam o exemplo da Cultura Surda e o Brasil se torne como a Índia, com 2 idiomas oficiais administrativos, 23 idiomas  federais oficiais, 200 Línguas reconhecidas e mais de 2000 dialetos e o povo se comunique mesmo em hindi e num inglês macarrônico que serviu para dominarem o mercado de telemarketing dos EUA (sem ofensas, porque acho isso sensacional!). Continue Lendo

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